Vou começar uma série de postagens com os presentinhos que ja ganhamos.
Como essa foto estava aqui 'na manga', então ela inaugura o post da série 'Gifts'.
Segue o Bodyzinho XD
Esse Bodyzinho foi da Bruna, minha teamleader ! É uma graça !!
Foi uma das primeiras roupinhas do Victor, que na época ainda não tinha sexo definido.
Por isso ela escolheu uma corzinha neutra, mas show de bola !!
Valeu Bruna pelo presente !! Victor Agradece !!!
fui !
Post 019 - Gifts !!!
Post 018 - Missing Weekend Posts ??
Ok, ok ! Já sei !
Mas esse final de semana não deu para postar nada !
Mas foi por uma boa razão ! Esse final de semana comecei a pintar o quartinho provisório do Victor.
Escolhi as cores, e mãos a obra !
Achei que ficou legal. Não fiz todo azulzinho, como deveria ser. Vale lembrar que esse é o quartinho provisório dele. Então, eu meio que batizei de 'a parede do Victor'. Pois vai ser onde o Berço e a Comoda irão ficar.
Segue uma fotinho da divisória da parede do Victor (Azul) e o restante do quarto em Amarelo (Ocre). Aqueles corantes da Xadrez é de outro mundo.
O Azul precisa de uma 2.a demão, mas ainda tem mais coisa para fazer, vou postando assim que conseguir mais tempo, e conforme for avançando o quarto.
Posso dizer que esta 67% concluido !
Fui !
Post 017 - Sexta-Feira !!
Legal, mais uma semana passou, menos 1 semana para conhecer o Victor !
Agora vamos para 7 Meses e 1 semana. Daqui + 3 semanas, chegamos no 8.o mes e + 4 semanas ele chega !!!
Ou pode até chegar umas 2 semanas antes, quem sabe ?
Mas se ele foi chegar na 40.a semana, então faltam menos de 8 semanas !
Parece até que foi demorado, mas passou voando !
Amanhã preciso começar a pintar o quartinho provisório que ele vai ficar. Na verdade, nosso novo apartamento ainda não esta pronto. Já esta em fase final, mas o Victor não vai esperar a construtora ! Ele vai vir bem antes ..., então a casa da Lu, foi a escolhida para ficarmos até que o nosso apartamento fique pronto.
Amanha devo começar a pintar o quarto, e conforme for ficando pronto, vou colocando fotos.
Espero ter tempo para ir no shopping a noititnha para ver o berço em definitivo.
Bom por hoje é só.
Abraços,
Post 016 - !!!!!!!
Bom, hoje não tenho muito o que falar, depois do outro post gigante. Só tenho a dizer que estou entediada de ter que ficar sem fazer nada. Estou de molho desde domingo/ segunda porque algum inseto me picou na perna e esta ficou bem inchada e doendo bastante. Não vejo a hora de voltar ao trabalho.
Post 015- Que dó dos papais!!! Rsrsrsrsrs
Muitas gestantes ainda se referem à gravidez com exclusividade, utilizando-se de expressões que, consciente e inconscientemente, transmitem a mensagem que são questões puramente femininas, como se o homem fosse apenas continente de suas angústias e ansiedades e, paradoxalmente, ressentem-se pela indiferença de seus parceiros. Tais atitudes refletem posturas ancestrais quando, de fato, o homem era excluído da relação e sua participação terminasse no momento em que o bebê era concebido. Felizmente os tempos mudaram, e o que vemos atualmente é que cada vez mais aumenta o número de homens que desejam participar ativamente do processo da paternidade, constituindo-se num elemento-chave indispensável da equação pré-natal. Assim, não se considera apenas a mulher grávida, mas o casal grávido. Durante os meses de gestação, o feto ouve a voz paterna e percebe a influência que exerce em sua mãe, através dos batimentos cardíacos, produção hormonal e corrente sangüínea. Tudo quanto afeta positiva e negativamente sua mãe, afeta-o também e as questões conjugais entram em jogo com um grande peso, já que são as que mais atingem emocionalmente a gestante. A voz paterna é tão importante para a criança que se o pai se comunicar com ela ainda in útero, a criança é capaz de reconhecê-la e de reagir, logo ao nascer. Assim, se por qualquer obstáculo mãe e bebê são separados após o nascimento, e se a mãe estiver impossibilitada de acompanhar sua recuperação, o pai deve assumir e estabelecer contato com ele para que não perca seus referenciais intra-uterinos, podendo sentir-se novamente em segurança. É' verdade que fisiologicamente o homem está em desvantagem, já que quem gesta o bebê é a mulher, porém, se ela puder ajudá-lo e conseguir introduzi-lo nesta relação tão íntima, fazendo-lhe um lugar, este pai poderá assumir a função que lhe é de direito e de amor e o vínculo paterno-filial irá se fortalecendo com o passar do tempo, aumentando seu envolvimento e prazer em acompanhar o desenvolvimento da gestação. No exato instante em que a mulher anuncia ao homem que está grávida, implicitamente anuncia o nome de família que esta criança terá. O impacto da notícia depende da história do casal e do tipo de relação que une o homem e a mulher, que pode ter vários efeitos, desde uma felicidade extrema e compartilhada, até separações, afastamentos e conflitos. O modo como o homem vivencia a gravidez é diferente da mulher. Mesmo as emoções, apesar de as mesmas, também são vivenciadas diferentemente. E é por isso que as gestantes não compreendem e até se ressentem quando seus parceiros não se manifestam com a intensidade esperada, inclusive quando a gravidez foi planejada e desejada por eles. Em primeiro lugar, porque desejar um filho é completamente diferente de se projetar como pai. E isto é válido também para a mulher. Enquanto o desejo de um filho situa-se no plano da fantasia, onde todas as expectativas são idealizadas, projetar-se como pai remete-o à realidade das responsabilidades que deverão ser assumidas e pelas quais também se percebe inseguro e despreparado. Em segundo lugar, porque também se encontra em estado regressivo, quando os conflitos infantis, conscientes e inconscientes, são reatualizados, principalmente no tocante à relação com os pais de origem, em especial, com a figura paterna. Embora o homem e a mulher contribuam igualmente para a concepção do filho, é a mulher que vai vivenciar as transformações físicas e sentir o bebê crescer dentro de seu corpo. Isto causa muita inveja e ciúme no homem por não poder participar diretamente da díade mãe-bebê, o que pode levá-lo a sentir-se excluído da relação. Para se fazer um lugar, produzem-se os sintomas que são expressões inconscientes desse desejo. Aparecem, então, sensações semelhantes às da mulher, como aumento de apetite, problemas digestivos, intestinais, aumento de sono... Muitas vezes procura inteirar-se de todas as informações possíveis sobre a gravidez, parto e puerpério, como também de captar a cada instante os movimentos fetais, colocando a mão no ventre da parceira. Outros homens excluem-se da relação, como se não pudessem ou devessem ter acesso à gravidez. Culturalmente, ainda se lhes encontra enraizado que a demonstração de ternura e os cuidados para com um bebê vão contra o conceito de masculinidade. Outros, ainda, sentem-se incompreendidos e desamparados em suas angústias e ansiedades, pois também se percebem fragilizados, cheios de dúvidas e com medodo futuro e, sem ninguém para ouvi-los, uma vez que o ambiente mais próximopermanece voltado apenas para a gestante, saem em busca de amigos, ficandocada vez mais afastados do ambiente doméstico, e o que é pior : sofrendo sozinhos. Mas a psicologia pré-natal, com seus estudos cada vez mais avançados, tem demonstrado claramente a importância para o feto do contato precoce com a figura paterna. Quanto mais cedo o vínculo é formado, tanto pelo contato físico no ventre da mulher quanto pela emissão de palavras, maiores benefícios emocionais trarão após o nascimento, pois o bebê necessita tanto dos cuidados maternos quanto dos paternos, visto ser receptivo e sensível a estes, principalmente se tiveram início na vida intra-uterina. Como a criança já guarda lembranças na vida pré-natal e é capaz de retê-las, a ligação profunda e intensa pai-feto é essencial para o continuum do vínculo pós-nascimento. Este pai, então, deixa de ser mero provedor para compartilhar dos cuidados básicos com o bebê, bem como de sua educação e desenvolvimento físico-emocional. Mas os limites de cada um devem ser respeitados. Há pais que por não conseguirem experienciar a troca de fraldas, assumem outras tarefas como dar banho, alimentar, levar a passear. Sendo assim, podem revezar com a mulher, deixando de sobrecarregá-la e de se sobrecarregar, ficando ambos mais disponíveis emocionalmente para o bebê. Além do contato com ele, o homem também tem uma função importante como companheiro, pois transmitindo amor e segurança à mulher, colaborará para que ela acolha mais intensamente seu próprio filho. Muitos homens se decepcionam com a parceira e vice-versa, por não corresponderem ao ideal de pais que construíram, o que pode gerar novos conflitos ou romper um equilíbrio que já era frágil. Se as expectativas forem irreais, há de se refletir para encontrar um meio de reassegurar o bom entendimento, através de muita compreensão e de ajudas mútuas para sobrepujar as dificuldades que porventura surjam. O reatamento das relações sexuais também são fonte de grande angústia do homem, visto ainda estar em estado regressivo. O temor de machucar a mulher ressurge com a mesma intensidade que na adolescência, o que causa grande insegurança na parceira por perceber este distanciamento como uma rejeição a si mesma. Alguns homens se afastam da mulher por estarem ainda ressentidos pelo abandono sofrido durante todo o processo da gestação, o que lhes causou sentimentos de intenso ciúme e rivalidade para com o filho, tal como ocorrem quando nasce um irmão. Outros, ainda, por sua história pessoal, modelos parentais ou culturais, vêem em suas parceiras apenas a imagem materna, o que tornam as relações sexuais inviáveis. Para outros, ao contrário, a parceira fica ainda mais sedutora, pois foi quem gestou seu filho, prova viva de sua virilidade. A presença ou não do homem na sala de parto, é outra questão que surge e que depende do desejo e disponibilidade do futuro papai. Há homens que não se sentem à vontade para assistir o parto, pois além de revivenciarem a reatualização da angústia do próprio nascimento, teriam que suportar a culpa e responsabilidade, que muitas vezes surgem, ao se depararem com o que a parceira está vivenciando fisicamente. Outros assumem a tarefa sem dificuldade, funcionando como suporte emocional da mulher e de acolhimento ao bebê nesta sua vinda ao mundo aéreo. Mas o direito de estar presente na sala de parto, não deve transformar-se em obrigação. Deve ser negociado entre o casal e decidido de comum acordo, o que é melhor para cada um. Assim como a puérpera, o homem também experiencia a depressão pós-parto, temendo não ser capaz de assumir a nova família, de ser bom pai e, principalmente, temendo perder o lugar que tem junto à companheira, pois sabe que seu filho irá exigir toda sua atenção e cuidados nos primeiros meses. Mas, essencialmente, o baby blues tem origem no trauma da angústia de separação da mãe e que se funda na cesura do cordão umbilical, no momento do próprio nascimento, que é reatualizado com profunda e intensa ansiedade. De qualquer maneira, homem nenhum passa imune ao processo de gestação e do nascimento de um filho. Com a evolução dos estudos sobre a relação paterno-filial, desde a vida intra-uterina, muitos homens estão se conscientizando e assumindo a paternidade de modo mais responsável, valorizando a importância de sua participação na vinda e na vida de seus filhos. Com isto, homens e mulheres poderão estabelecer vínculos mais solidários e sólidos, independentemente da sitiuação do vínculo afetivo, o que certamente irá produzir gerações futuras de crianças emocionalmente mais ajustadas, estáveis, seguras e, portanto, muito mais felizes. Ana Maria Morateli da Silva RicoPaternidade
Psicóloga Clínica
Post 014 - Mudança de papéis
Olha, eu juro que tentei pensar algo não psicológico para escrever, mas não consegui, rsrsrsrs!
Acho que nunca essa mudança de papéis foi tão forte e de tanto impacto. Deixar de ser só filha, sobrinha, neta, amiga, profissional, etc, para assumir o papel de mãe é uma tarefa e tanto. Especialmente porque mudamos muito alguns pensamentos e preocupações. Agora, preciso trabalhar porque tenho um filho, não apenas para comprar minhas coisas. Preciso cuidar de minha saúde por causa de meu filho, cuidar da casa, do sono, das amizades, e uma série de outras coisas. E tudo por causa desse pedacinho de vida que está se desenvolvendo dentro de você. Acho que nunca comi tão certinho como agora, nem dormi tão cedo todos os dias, evitei stress desnecessário. E todo esse esforço, que nem é tão custoso assim, tem um objetivo: Victor.
Desde o início já achava que era menino, agora com a certeza, vem junto os sonhos. Qual será sua comida preferida, esporte, como se sairá nos estudos, o que terei que lhe ensinar?
Disso tudo a única certeza que posso passar a ele é o amor que sinto. Ah, também vou tentar passar a ele os valores religiosos que considero importantes, uma vez que dentro de minhas crenças acredito que ele me escolheu como mãe e me confiou a capacidade de lhe ajudar a passar por mais esta provação que é a vida.
Bjus
Post 013 - Happyness III
Finally,
let's get start it.
O Happyness II termina logo apos a conversa com a minha mãe, e comigo indo buscar a Luciana no trabalho.
Bom, sai da IBM para pega-la no serviço, e logo que encostei o carro, ela veio toda feliz. Muito feliz mesmo. Ja logo que entrou no carro, ja brinquei chamando ela de mamãe. Os dois estavam muito felizes. Ela brincou de volta me chamando de papai, e saimos rumo a minha casa.
Quando chegamos, a minha avó ja estava sabendo e veio dar os parabens toda feliz. Minha mãe ja tinha ligado para ela avisando. Liguei para o meu pai tambem, para dar a boa noticia, e ele ficou muito feliz, mas não surpreso. Minha mãe ja tinha ligado, e avisado que ele tambem ia ser vovô. Mas ele ficou muito feliz tambem.
Liguei para a minha prima Fernanda, tambem dei a noticia que adorou. Disse que agora meu afilhadinho ganharia um priminho para brincar ! Foi bem legal. Minha tia, depois que liguei, até chorou. Foi mais legal ainda !!
A Lu ainda ligou para as tias dela, deu a noticia e foi uma super-felicidade.
Acho que gravidez na familia, quando planejada certinho, é tudo de bom. Todo mundo feliz, contente. O status de todo mundo muda !
Viramos papai e mamãe, as mães viram vovós, os pais - vovôs, irmãos e irmãs, titios e titias.
Logo fomos para a casa da Lu, para dar a noticia pessoalmente para a mãe dela, que agora era vovó, e tambem pega-la para comemorar !!
O Lugar escolhido, foi a cervejaria Bem-Bom, no guanabara em Campinas.
Os primeiros presentes foi da minha mãe:
1-pacote de fraldas RN
1-bichinho de apertar
1-par de meias RN
Muito engraçado !! Depois vou tirar as fotinhos dos primeiros presentes e postar aqui para voces irem acompanhando.
Tomei muita cerveja, comi bastante ... e dei muita risada.
significado parcial de Happyness: 'Descobrir que vai ser um pai coruja' !!
Bom, fico por aqui hoje.
Amanhã tem mais posts !
Fui !